segunda-feira, agosto 21, 2006

Ele...

Da garagem dá pra sentir o cheiro do incenso. A porta se abre e o cenário é um mix de América do Sul com Continente Europeu. Logo o fondue é servido. De carne. Carne. Ela não come carne, mas nesse dia está sedenta por um pouco de sangue em seu paladar. Havia ficado vermelha de raiva pouco antes e era de uma noite assim que precisava. Velas acesas, tom alaranjado no ar. Há muitas, muitas coisas passando em sua cabeça, mas uma voz a faz parar e prestar atenção. Coisa rara. Por mais que pensamentos outros lhe invadam a mente, a voz é mais forte. Grossa, imponente, sincera. Um hiato, um hiato sem fim se dá. Com muita, muita intensidade. E quando ela percebe está colocando a panela suja, usada na pia e os objetos em ordem para que mais um dia logo se inicie...

2 comentários:

Marco Santos disse...

Querida Isa, a Bela,
Não entendi. Essa ficou um pouco além do que supõe a minha vã filosofia.
Beijos procê.

Anônimo disse...

É Belzinha...às vezes temos que ceder aos desejos da carne, digo, por carne...(ha ha ha)
Aposto que foi uma noite maravilhosa.
Beijos,
Re